A Fragilidade da Juventude Brasileira

Post juventude gava - A Fragilidade da Juventude BrasileiraAtualmente o Brasil vive uma onda de novas ideias, ele passa por uma reformulação do que é moralmente correto e incorreto e nota-se uma espécie de fragilização do indivíduo. Essa corrente de pensamento que está se alastrando, além de categorizar em tipos os indivíduos, os coloca como seres sensíveis a qualquer tipo de crítica ou adversidade.

O chamado “Politicamente Correto” está sendo amplamente massificado por seus engenheiros, inclusive pelo próprio governo federal, que se utiliza de veículos virtuais, como o “Humaniza Redes”, para propagar a segregação de classes como manda a doutrina socialista. O ativismo político em torno dessa ideologia é intenso, barulhento e com poucas pessoas tomam a atenção da população e da mídia com encenações e discursos pervertidos cheios de sofismas. Grupos ditos minoritários militam em prol de um positivismo barato e não percebem seu papel como massa de manobra política para partidos que se promovem e, além disso, fomentam a separação da sociedade em alas cada vez menores. Trata-se do famoso “dividir para conquistar” sendo aplicado como meio estratégico de chegada ao poder.

O público alvo são os jovens, pelo motivo simples de estarem em um processo de formação de personalidade e em busca de novas ideias e horizontes. A geração que é rotulada como a geração “mimimi” é o reflexo direto dessa estratégia de fragilização e segregação disseminada por agentes de interesses obscuros, cujo a única intenção é a chegada ao poder. O jovem tem que estar sempre atento ao seus posicionamentos e crenças para não ser acusado de termos pejorativos como machista, racista, fascista e homofóbico.

Os movimentos sociais precisam se reinventar. A luta contra o racismo que ainda perdura sobre a sociedade, assim como o machismo e a homofobia, deve ser feita por meio da educação e da compreensão dos ideais corretos, do direito natural, da auto-propriedade e da ética libertária. Precisa-se que esses movimentos deixem de ser escravos e fantoches pró-partidos políticos para uma luta justa de libertação do indivíduo e de seus preconceitos retrógrados e ultrapassados.

O combate a essa ideologia coletivista deve ser feito, principalmente, no campo das ideias. A organização dos jovens com princípios liberais e de fortificação do indivíduo deve ser buscada na academia, além da militância e ativismo para contrapor e expurgar esses ideais perversos da corrente dominante. O debate e a divulgação dos princípios da filosofia liberal devem ser usados como norte para um movimento forte em resposta a essa dominância ideológica.


Daniel Gava é Coordenador Local do EPL no Espirito Santo, Estudante de Direito na Faculdade Pio XII e Empresário

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